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sábado, 20 de novembro de 2010

A Educação do Século XXI e Seus Pilares Estabelecidos pela UNESCO




A Educação do Século XXI e Seus Pilares Estabelecidos pela UNESCO




Resumo
Os horizontes do professor tem se expandido muito ao longo últimos anos. Temos passado em pouco tempo por diferentes teorias e métodos de ensino: de um método tradicionalista¹ ao método crítico-reflexivo-pesquisador.  O primeiro método era muito usado até pouco tempo, e na maioria das vezes mal utilizado, pois no afã de se aprender o conteúdo na disciplina em questão deixava-se de lado o espírito crítico, a reflexão e a autonomia do aluno, pois este já “recebia” o conhecimento pronto e acabado. Mas a UNESCO² vendo a necessidade de uma melhoria na educação estabeleceu “Os quatro pilares da educação para o século XXI”. O objetivo do presente trabalho visa discutir as possíveis melhorias na educação para que esta venha formar alunos críticos, reflexivos e pesquisadores. Pois a missão mais importante do professor é inventar um povo que saiba pensar.

Summary of Work


The teacher's horizons have expanded considerably over recent years. We soon passed through different theories and teaching methods: a method to traditionalist ¹-critical method-reflective researcher. The first method was widely used until recently and most often misused, as in his eagerness to learn the content in the discipline in question is left aside critical thinking, reflection and learner autonomy, because this " received "knowledge ready and finished. But UNESCO ² seeing the need for improvements in education set "The four pillars of education for the XXI century". The aim of this paper aims to discuss possible improvements in education that it will train students critical, reflexive and researchers. For the most important task of the teacher is to invent a people who know how to think.

Resumen de los trabajos


Los horizontes del profesor se han ampliado considerablemente en los últimos años. Pronto pasa a través de diferentes teorías y métodos de enseñanza: de un método para tradicionalista al método reflexivo-crítico-investigador ¹. El primer método fue ampliamente utilizado hasta poco tiempo y en la mayoría de las veces mal utilizado, en su afán de aprender el contenido de la asignatura en cuestión se deja de lado el pensamiento crítico la reflexión y la autonomía del alumno, ya que este " recibió " el conocimiento listo y terminado. Pero la UNESCO ² ver la necesidad de mejorías en la educación y eligió "Los cuatro pilares de la educación para el siglo XXI". El objetivo de este artículo es discutir las posibles mejoras en la educación que va a formar a los estudiantes reflexivos críticos y investigadores. Para la tarea más importante del maestro que consiste en inventar un pueblo que saiga pensar.






Os horizontes do professor tem se expandido muito ao longo últimos anos. Temos passado em pouco tempo por diferentes teorias e métodos de ensino: de um método tradicionalista¹ ao método crítico-reflexivo-pesquisador.  O primeiro método era muito usado até pouco tempo, e na maioria das vezes mal utilizado, pois no afã de se aprender o conteúdo na disciplina em questão deixava-se de lado a reflexão.
Sem dúvida, na atualidade o professor tem que saber lidar com vários elementos e métodos. A tecnologia deve ser incluída nas aulas, pois a tecnologia avançou e a escola não pode ficar de fora dessa evolução. Por isso o docente deve aproveitar-se do que há de melhor na tecnologia e conciliá-la com o assunto em estudo de uma maneira que estimule o seu aluno. Em estrito, o professor deve utilizar recursos tecnológicos e pedagógicos de uma forma que induza o seu aluno a querer aprender.   
Entretanto, para estimular o seu aluno, o professor não deve perder de vista “Os quatro pilares da educação” firmados pela UNESCO² como elementos estruturais do ensino no mundo contemporâneo: aprender a conhecer, aprender a fazer, aprender a ser e aprender a viver juntos.    
A partir desses princípios basilares o professor pode exercer o papel de investigador e analista de seus alunos. A ele cabe a função de selecionar, preparar, propor atividades dinâmicas, além de orientá-los a seguir o caminho da auto-aprendizagem, da busca da autonomia, a qual, durante muito tempo, se considerou a motivação como o auge do ensino, pois se cria que era através dela que o aluno tomaria consciência de sua responsabilidade e da necessidade de se adquirir autonomia no processo de ensino-aprendizagem.
Afortunadamente, essa idéia evoluiu e já não é somente a motivação a responsável pelo êxito da aprendizagem. Hoje em dia os professores estão mais conscientes das inúmeras variáveis que pressupõem esse processo, que vai mais além das dinâmicas em classe para alcançar as muitas idéias de aprender firmadas pela UNESCO.
Nesse processo não podemos deixar de lado o conhecimento prévio do aluno, pois ele é o elemento mais importante no processo de ensino-aprendizagem. O professor é o mediador entre o aluno e o conhecimento a ser adquirido. Mas nós não podemos ver o aluno como uma tabula rasa.
Participam do processo de aprendizagem não só os conteúdos linguísticos, gramaticais, lexicais, senão também os culturais, que lhes ampliam os horizontes concedendo-lhes matrizes enriquecedoras no processo de ensino-aprendizagem. Dessa forma, é importante ressaltar a necessidade de se utilizar materiais autênticos em classe, tais como revista, filmes, livros, músicas, além de propor o uso consciente da internet e atividades extras que completem os conteúdos vistos em sala de aula, estendendo, de certa forma, o contato do aluno com o conhecimento.
Um exemplo disso é o filme “Escola da Vida” (School of Life) este retrata as diferentes metodologias utilizadas pelos professores daquela escola. A maioria dos professores recorria a uma metodologia dogmática e arcaica enquanto o Sr. “D” trabalhava com uma metodologia mais dinâmica que partia do conhecimento que seus alunos já possuíam para criar a partir disso o novo conhecimento. Isso os atraia e entusiasmava. Havia também nas aulas desse professor uma interdisciplinaridade: aulas de história que adentravam o viés do teatro, da cultura popular, da literatura, da filosofia e da sociologia. Podemos até dizer que o Professor “D” estava seguindo os princípios da educação do século XXI exigidos pela UNESCO.
Mas para o professor alcançar esses objetivos anteriormente citados ele deve ser um professor pesquisador. Um professor pesquisador e autônomo gerará um aluno pesquisador e autônomo. A pesquisa é uma forma de reconstrução do conhecimento. É ela a razão acadêmica de viver do docente. Só faz o aluno aprender bem, o professor que aprendeu bem. Só faz o aluno pesquisar o professor que sabe pesquisar.
Ainda não percebemos que para se cuidar da aprendizagem do aluno não basta ser professor, tem que ser pedagogo; tem que ter conhecimento de causa. Professor moderno sabe teorizar a prática. E este sabe que a aprendizagem sempre começa com a prática que logo após será confrontada.
O professor precisa atualizar-se continuamente, pois o conhecimento se renova continuamente. Devemos ter consciência de que nenhum conhecimento é terminado, por isso há alguns que defendem que os diplomas deveriam ser provisórios. O professor precisa também aperfeiçoar-se com a instrumentação eletrônica para que as aulas sejam mais atraentes e prazerosas.
Somente no século XX é que nosso país voltou os olhos para a questão da educação. Se analisarmos historicamente a escola perceberemos que ela quase não evoluiu, pois ainda utiliza os modelos metodológicos tradicionais, apesar de já estarmos vivendo a era da nova tecnologia e dos novos métodos pedagógicos. Uma educação de qualidade só será possível se o aluno, na escola, for ensinado a obter o conhecimento através de uma leitura de mundo e não só na questão do letramento. O professor do futuro terá de ser capaz de estimular a capacidade criadora do educando tornando-o um ser pensante e pesquisador.
 Logo, a transformação da educação só será possível com a formação continuada dos professores, conscientizando-os sobre a importância de estimular os alunos a fazerem uma reflexão crítica da realidade como um todo. A universidade não pode e não deve ser um lugar onde se reproduz o conhecimento. E o primeiro passo, para isso, é colocar paulatinamente no lugar as aulas expositivas a pesquisa. Portanto, a missão mais importante que teremos pela frente será resgatar a escola pública que “é o baluarte da cidadania popular” (DEMO. p. 77). Para isso é fundamental resgatar o professor. Ele precisa ser formado adequadamente na sua origem, manter-se atualizado permanentemente e ser em todo tempo um pesquisador. Pois a sua missão será ensinar as futuras gerações a pensar. Entretanto para que isso se torne uma realidade no Brasil, necessita-se a devida valorização socioeconômica para que o professor passa representar a dignidade da respectiva sociedade.

Apêndice


¹ “O professor transmite os seus conhecimentos acerca do assunto ou do conhecimento que ele considera relevante, como um perito para um grupo de alunos menos instruídos. O professor é quem é primeiramente ativo, enquanto que os alunos adquirem o conhecimento transmitido sem haver dialogo entre eles, mas apenas um monólogo por parte do professor.”
² “A UNESCO é a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura. Foi fundada em 4 de novembro de 1945 com o objetivo de contribuir para a paz e segurança no mundo mediante a educação, a ciência, a cultura e as comunicações. Na educação, esta organização atribui prioridade ao êxito da educação elementar adaptada às necessidades atuais. Colabora, entre outros, com a formação de docentes e administradores educacionais e dá alento à construção de escolas e à dotação de equipamento necessário para o seu funcionamento.”

Referências


DELORS, Jacques. Educação um tesouro a descobrir. Os quatro pilares da educação. São Paulo: Cortez, 2003.
DEMO, Pedro. Professor do Futuro e Reconstrução do Conhecimento. Perfil do professor do Futuro. Petrópolis, RJ: Vozes, 2004.
http://www.fb06.unimainz.de/user/kiraly/Portugues/gruppe1/grundlagen_objektivismus.html
http://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20080902092024AA7khPc 



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¹ Graduando em letras pela Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB) – Jequié. É poeta e palestrante em cultos protestantes. É também professor de Espanhol nos colégios Amadeus e Super Passo e professor de Português e Literatura no Colégio Municipal Adolfo Ribeiro.


segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Carta Aberta aos Estudantes da Uesb

Carta aberta

AOS ESTUDANTES DA UESB – CAMPUS DE JEQUIÉ

A UNERC DESCONSTRUINDO UM CASTELO DE MENTIRAS
A reivindicação de uma universidade em Jequié iniciou-se nos anos 60, quando, nesta década, já se trabalhava na perspectiva da interiorização do ensino superior no estado da Bahia. Portanto, essa luta não é específica desse ou daquele político, e sim da sociedade jequieense como um todo. Se políticos se aproveitam do movimento, há novidade nisso; basta folhearmos as páginas de nossa história política. O mais relevante agora é o desenvolvimento do ensino superior em Jequié e demais regiões. Essa luta, no momento, intensifica-se em virtude das boas condições físicas, estruturais, acadêmicas e da produção de conhecimento existentes em nosso campus. Além do mais, o próprio governador Jaques Wagner, por duas vezes, declarou-se simpático à causa. Aplausos para o governador...
         Mas, apesar de todas nossas conquistas ao longo do tempo, outra realidade não se pode perder de vista: as péssimas condições de trabalho a que estamos submetidos, por fazermos parte de um simples campus universitário vinculado a administração de Vitória da Conquista. Que aluno nunca ouviu de um professor queixar sobre essa realidade? Você sabia que professores já fizeram requisições de livros caros e importantes para o acervo da Biblioteca Jorge Amado e, ao termino do processo, muitos desses livros ficaram retidos na biblioteca de Vitória da Conquista? Você já transitou pelo campus de Vitória da Conquista para perceber que, no geral, tudo lá é de primeira qualidade? Você sabia que o Audiovisual desse mesmo campus tem modernos aparelhos de mídia e que a TV UESB tem 3 (três) ilhas de edição, enquanto o nosso Audiovisual não tem sequer uma filmadora para fazer registro de atividades de alunos e professores? E o restaurante universitário para atender as carências da comunidade acadêmica local, Já está funcionando? Não? Mas, o de Vitória da Conquista já funciona há anos! Aqui, em Jequié, você estudante assiste às transmissões da TV – UESB?  Não? Porém, os do campus de Vitória da Conquista assistem.
         Criação de universidade pressupõe debates de idéias, discursos, pensamentos dialéticos, reflexões sobre o avanço da ciência e o desenvolvimento tecnológico, bem como a produção de conhecimento. Entretanto, alguns elementos desprovidos de racionalidade e do rel perfil que caracteriza um integrante de um ambiente universitário, arvoram-se a divulgar mentiras por todo o campus, principalmente em salas de aulas. Eis algumas delas: os políticos que estão por trás do movimento controlarão a nova universidade; os coronéis mandão na UNERC; se a UNERC for criada todos os professores serão demitidos e o governo fará novas contratações; as verbas para pesquisas diminuirão etc.
         A irracionalidade desses elementos é tamanha que,  propositadamente, não esclarecem aos alunos que toda universidade pública é regida por uma “CARTA CONSULTA”, uma espécie de “CONSTITUIÇÃO”. E, para a elaboração da mesma, representantes dos três segmentos ( docentes, servidores e discentes) são convocados para debates , questionamentos e aprovação de propostas. Como resultado disso, são implantados todos os órgãos deliberativos que irão nortear a vida da Universidade nos aspectos acadêmicos, financeiros e administrativos.
         Todas as representações das categorias que compõem o quadro da universidade: reitor, diretores dos Departamentos, coordenadores dos Colegiados, coordenação do DCE, presidentes dos CAs, presidente da AFUS etc., são eleitas pelos seus pares, e não por indicação política ou dos coronéis. Se a UNEC for criada, o movimento estudantil, juntamente com os outros movimentos,  será independente e soberano para opinar e votar no modelo de universidade que   ele (o movimento) propor. Assim têm sido aqui no campus de Jequié, suas lutas algumas delas com fechamento de portões, manifestações, passeatas etc.) em defesa da realização de concursos, da implantação de espaços físicos e acervos bibliagráficos, da melhoria das condições de ensino, pesquisa e extensão, da aquisição de materiais, de construções (clinicas de Odontologia e Fisioterapia, laboratórios, ginásio de esportes, piscina...)etc.
                ...E assim, um “CASTELO DE MENTIRAS” desaba.

                Professor Jorge Barros²
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¹ Graduando em Letras Vernáculas pela Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB) – Jequié. É poeta e palestrante em cultos protestantes.

² Representante do DQE da comissão de implantação da UNERC.

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Criação X Evolução: Quem está com a razão?








As realidades confirmadas pelas mutações genéticas são as seguintes:

- Os seres vivos só se reproduzem segundo a sua espécie.



- Se combinássemos mil mutações em uma só espécie, ainda assim não haveria nenhuma espécie nova.



CRIAÇÃO X EVOLUÇÃO



O que dizem os criacionistas? Eles defendem a existência de um Criador, Sua ação criadora e um tempo em que tudo no universo foi criado por Ele. Para os criacionistas, existe um agente externo responsável pela criação de todas as coisas completas e acabadas. Esse agente é Deus.
O que dizem os evolucionistas sobre a origem do homem? Segundo os evolucionistas, há milhões de anos, o homem era uma espécie de primata que andava encurvado e, no decorrer do tempo, sofreu mutação genética, foi evoluindo e adotando a posição ereta gradativamente até chegar ao que conhecemos hoje como homem moderno.
Um dos fósseis mais completos, usado para respaldar a teoria da evolução, é o homem de Neandertal. Esse fóssil, considerados pelos antropólogos uns dos mais completos, durante muitos anos foi usado numa elaborada mentira para enganar a sociedade.
Pensava-se que o fóssil fosse de um dos primeiros primatas da escala evolutiva. Mais tarde, a própria ciência desmascarou essa farsa ao verificar que o homem de Neandertal era tão humano quanto qualquer um de nós. A única diferença era que ele sofria de raquitismo. Só isso! Contudo o que derrubou definitivamente essa prova foi a descoberta de um esqueleto humano mais antigo do que o homem de Neandertal.
Os antropólogos também acharam um fóssil de primata, que durante mais de duas gerações foi considerado pela comunidade científica uma das três mais importantes “provas” da evolução. Esse fóssil ficou registrado nos livros científicos durante mais de 40 anos. Mas, em 1953, por meio de técnicas mais avançadas, a ciência descobriu que ossos humanos e ossos de macacos, quimicamente envelhecidos, haviam sido colocados nesse fóssil para forjar uma evidencia da evolução dos primatas. Também foram espalhados sobre esse fóssil dentes limados da arcada inferior de um chimpanzé, para dar aparências de uma arcada humana. Uma tremenda fraude!
Recentemente, a imprensa noticiou que uma respeitada autoridade em arqueologia e paleontologia do Japão, Shinichi Fujimura, enterrou artefatos num sítio de escavações para depois desenterrá-los, ganhar créditos pelas descobertas e notoriedade científica.
Esses achados de fragmentos de fósseis têm dado margem à mentira e ao engano. Não tem nada a ver com a verdadeira história da criação, narrada pela Bíblia Sagrada.
O que concluímos a partir disso é que não existe homem-primata, homem-macaco, evolução das espécies. Existem, sim, fragmentos de estruturas ósseas, encontrados pelos arqueólogos, que foram falsificados para encobrir as verdades bíblicas sobre a criação do homem.



¹ Graduando em letras pela Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB) – Jequié. É poeta e palestrante em cultos protestantes.


quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Madança da UESB para UNERC


A Mudança da UESB para UNERC. (O início da discussão)







O projeto da criação da nova universidade “UNERC” já foi encaminhado ao governador Jaques Wagner para apreciação e já conta com a simpatia deste. Mas o que pensa a comunidade universitária a respeito da nova universidade? Já existe uma data marcada para o debate mais amplo sobre o tema?
Antes desse momento na UESB, Campus de Jequié, local onde funcionaria a sede da nova instituição superior já com o nome sugestivo de UNERC (Universidade Estadual do Rio das Contas), o blog está fomentando o debate para ouvir a opinião das pessoas.
Apesar de reconhecer os avanços dos Campi nos últimos anos, com o surgimento de várias graduações e cursos requisitados como o de Medicina, o melhor seria ter uma UESB única, fortalecida nas três unidades, e não a criação de mais uma instituição estadual. Porém, há muitas críticas em relação à centralização das decisões em Vitória da Conquista, inclusive de natureza financeira, o que tem gerado ao longo dos tempos muita insatisfação entre os integrantes da comunidade universitária de Jequié e Itapetinga, campus filiados a UESB de Vitória da Conquista.
Mesmo assim, este é um debate que deve ser feito com muita responsabilidade, pois a criação de uma nova universidade deve representar um avanço para o atual Campus e para a região e não a ampliação de dificuldades, como as que temos em alguns cursos (a falta de professores é um desses problemas e sem falar na defasagem da grade curricular de vários cursos).
Neste ano a ADUSB tentou provocar um debate entre os Departamentos do campus, porém ele não fluiu devidamente. Mas já estão marcados, ainda neste mês de setembro, seminários nos três Campi para se discutir os rumos da universidade e seus desafios. Em Jequié colocaremos em discussão esse assunto da criação da nova Universidade e, é claro, o desmembramento de Vitória da Conquista. Acredito que o debate livre, democrático e responsável apontará o melhor caminho a seguir.

¹ Graduando em letras pela Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB) – Jequié. É poeta e palestrante em cultos protestantes.